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<p class="has-medium-font-size">O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse estar disposto a pôr em prática parte da proposta da China para uma “solução política” para a guerra contra a Rússia. </p>
<p class="has-medium-font-size">No mesmo dia, o governo chinês divulgou um documento com 12 pontos para o fim do conflito. Pediu respeito à soberania dos países, propôs um cessar-fogo e a retomada das negociações de paz, alertou para os riscos de uma guerra nuclear, entre outros itens.<br></p>
<p class="has-medium-font-size">A princípio, segundo a Reuters, o governo ucraniano havia dito apenas que qualquer plano para acabar com a guerra deve incluir a saída das tropas russas de seu território. Depois, porém, em entrevista a jornalistas no aniversário de 1 ano do conflito, Zelensky mudou o tom e se mostrou disposto a aderir à parte das sugestões chinesas.<br></p>
<p class="has-medium-font-size">Já a Rússia, avaliou o plano chinês positivamente e disse estar disposta a encontrar uma solução diplomática para o conflito. </p>
<p class="has-medium-font-size">O secretário-geral da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Jens Stoltenberg, falou a jornalistas que a China “não tem muita credibilidade”, pois “não foi capaz de condenar a invasão ilegal da Ucrânia”.</p>
