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YouTube afrouxa exigências para monetização de canais e oferece mais ferramentas aos criadores de conteúdo

Novas regras permitem que produtores com audiências menores monetizem seus canais, além de acesso a chats pagos, doações e outras ferramentas.

Escrito por
Thiago Freire
June 13, 2023
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<p>O YouTube anunciou que está afrouxando suas exigências para a monetização de canais, proporcionando aos criadores de conteúdo com audiências menores a oportunidade de rentabilizar seus vídeos. Essa mudança ocorre no YouTube Partner Program (programa de parcerias do YouTube), que passará a ter requisitos mais brandos para que os produtores possam profissionalizar seus canais e ganhar dinheiro com eles.</p>

<p>Anteriormente, para monetizar um canal no YouTube, era necessário ter pelo menos mil inscritos e 4 mil horas agregadas de visualizações (ou 10 milhões de views em Shorts). Esses números podem ser desafiadores para quem está começando. No entanto, com as alterações no programa de parceria, agora serão necessários pelo menos 500 inscritos, 3 mil horas de visualizações (mil horas a menos) ou 3 milhões de visualizações em Shorts (7 milhões a menos) para que um canal possa começar a gerar receita.</p>

<p>Com essa flexibilização, os youtubers iniciantes terão um incentivo maior para continuar produzindo conteúdo. Além disso, o YouTube também está disponibilizando outras ferramentas para que os criadores possam monetizar seus conteúdos, como chats pagos, doações (tipping) e criação de áreas de membros e de shopping.</p>

<p>É importante ressaltar que, mesmo com as mudanças nas exigências, a distribuição da renda gerada por anúncios na plataforma seguirá o mesmo sistema. Os criadores ainda precisarão aumentar suas audiências e visualizações para obter valores maiores. Isso é válido tanto para quem produz vídeos tradicionais como para quem aposta em Shorts.</p>

<p>Inicialmente, essas mudanças serão implementadas em alguns países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Taiwan e Coreia do Sul. Ainda não há uma data definida para que as exigências sejam alteradas no Brasil, mas é possível que ocorra futuramente, proporcionando mais oportunidades aos criadores de conteúdo no país.</p>

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