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Relatório detalha 4.691 casos de violência contra a mulher no ano de 2022

No Amazonas, o monitoramento da violência contra a mulher é realizado pela FVS-RCP, por meio da Gerência de Doenças Crônicas e Agravos Não-Transmissíveis (GVDANT), do Departamento de Vigilância Epidemiológica (DVE).

Escrito por
Rhyvia Araujo
April 6, 2023
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<p>Dados apresentados pelo informe epidemiológico do Monitoramento da Violência contra a Mulher no Amazonas, detalhou que 4.691 casos de violência contra a mulher foi detectado durante o ano de 2022, sendo a faixa etária de 10 a 14 anos com o maior índice de notificações, representando 26,1% do total.</p>

<p>Os principais tipos de violência sofridas pelas vítimas foram: física, sexual e psicológica com o uso de força corporal praticados por conhecidos da vítima. O relatório além de informar o número de casos notificados no período, ele também aponta a faixa etária, tipo de violência sofrida pela vítima, meio de agressão, situação conjugal, local da ocorrência e vínculo com o suposto agressor.</p>

<p>Com o monitoramento da violência contra a mulher no Amazonas, a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, destaca ser possível detalhar o perfil da mulher alvo da violência e contribuir para a construção de ações preventivas mais efetivas para o enfrentamento à violência contra mulher no estado.</p>

<p>"Os dados produzidos serão compartilhados com os órgãos públicos e organizações da sociedade civil que lidam diretamente no enfrentamento da violência doméstica e familiar para subsidiar a construção das políticas públicas e as decisões voltadas para prevenção de violências contra mulher”, afirma Tatyana.</p>

<p>Para a coordenadora de Vigilância das Violências e Acidentes do Amazonas da FVS-RCP, Cassandra Torres, a coleta, análise e divulgação de dados sobre a violência de gênero ajudam a identificar padrões e tendências, bem como a entender melhor os fatores que contribuem para a violência contra as mulheres na região.</p>

<p> “Isso permite que as autoridades, organizações da sociedade civil e outros atores relevantes desenvolvam políticas públicas e intervenções mais eficazes para proteger as mulheres e prevenir a violência”, pontua Cassandra. O documento está disponível <strong><a href="https://bit.ly/3zF6j3j" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></strong>.</p>

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