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Reconhecimento facial nas escolas põe em risco grupo minoritários

O estudo que critica essa política é realizada pela InterLab

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March 20, 2023
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<p>O método de reconhecimento facial para identificar a probabilidade de alunos que reprovariam é criticada no estudo sobre vigilância e educação, do InterLab, um centro de pesquisa interdisciplinar que debate assuntos acadêmicos e a produção nas áreas de direito e tecnologia.</p>

<p>No Brasil, alguns estados estão aplicando essa política como Tocantins, Fortaleza, Goiânia, Rio de Janeiro, Porto Alegre, assim como em alguns municípios de Mata São João (BA), Jaboatão dos Guararapes (PE), Águas Lindas (GO), Morrinhos (GO), Betim (MG), Angra dos Reis (RJ), Itanhaém (SP), Potirendaba (SP), Santos (SP) e Xaxim (SC).</p>

<p>As instituições defendem que o método faça o registro da presença dos alunos, bem como reforçar a segurança na escola, combate da evasão de estudantes e integrar o estudante na gestão escolar.</p>

<p>Em contrapartida, a pesquisa que critica a política diz que há brechas para desvio de conduta a qual afirma a discriminação de minorias como as mulheres, negros e a comunidade LGBTQIA+.</p>

<p>Outro ponto é a privacidade: não tem onde esses dados ficam armazenados. O InterLab afirma que para manter a privacidade e os direitos humanos dos alunos a recomendação é usar um software livre, letramento digital de educadores e gestores e a produção de relatórios contando com a participação dos alunos para melhor compreensão.</p>

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