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<p>Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde, órgão do Ministério da Saúde, recomendou a inclusão do "baricitinibe" contra a Covid-19</p>
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<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2022/03/medicamentos-3.jpg?w=876&h=484&crop=1" alt=""/><figcaption>Foto: Towfiqu barbhuiya/Unsplash</figcaption></figure>
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<p>A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), órgão do Ministério da Saúde, recomendou a inclusão do primeiro medicamento para tratar a Covid-19.</p>
<p>Na edição desta quinta-feira (31) do quadro <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/correspondente-medico/"><strong>Correspondente Médico</strong></a>, do Novo Dia, o neurocirurgião Fernando Gomes explicou que o remédico já foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/anvisa">Anvisa</a>) em setembro de 2021, e que já é usado para o tratamento de artrite.</p>
<p>“Sabemos que há necessidade de manejar um processo inflamatório, esse medicamento tem um papel importante na modulação. O que se observou, é que ele tem impacto no tratamento contra a Covid”, disse Gomes.</p>
<p>O Olumiant (baricitinibe), da farmacêutica Eli Lilly, é indicado para o tratamento da Covid-19 em pacientes adultos hospitalizados que necessitam de oxigênio por máscara ou cateter nasal, ou que necessitam de alto fluxo de oxigênio ou ventilação não invasiva.</p>
<p>Segundo o neurocirugião, a utilização hospitalar acaba sendo importante. “A grande novidade aqui é que o SUS reconhece o medicamento e disponibiliza para o tratamento de pacientes de Covid. Existe todo um processo de protocolo assistencial e orçamento”, explicou o médico.</p>
<p>A aprovação foi baseada em dois estudos clínicos randomizados, duplo-cegos, controlados por placebo envolvendo cerca de 2.500 pacientes no mundo. O estudo COV-BARRIER, que avaliou Olumiant de 4mg em comparação com placebo, demonstrou uma redução potencial de 38% da mortalidade em 28 dias de tratamento.</p>
<p>Gomes também falou sobre <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/anvisa-aprova-uso-emergencial-do-medicamento-paxlovid-contra-a-covid-19/">a aprovação do segundo medicamento oral contra Covi</a>d. “O medicamento é recomendaro para adultos sem oxigênio suplementar e com risco de <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/covid-19/">Covid</a> grave”, explicou.</p>
<p>A autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimentaldo medicamento <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/paxlovid/">Paxlovid</a> (nirmatrelvir + ritonavir) para tratamento da Covid-19 aconteceu após decisão da Diretoria Colegiada da agência.</p>
<p>O neurocirugião, no entanto, ressaltou que os medicamentos são reforços contra a Covid, não preventivos.</p>
<p>“A <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/vacina">vacina</a> é algo universal que ajuda todo mundo desenvolver anticorpos e combater o vírus. O uso desses [dois] medicamentos não substitui a ideia universal da vacinação”, explica Gomes.</p>
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<p>Fonte: <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/orgao-do-governo-recomenda-inclusao-no-sus-do-1o-medicamento-para-tratar-covid/">https://www.cnnbrasil.com.br</a></p>
