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<p class="has-small-font-size"><a href="https://diariodacapital.com/fernando-haddad-sera-novo-ministro-da-fazenda/">O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad</a>, garantiu em entrevista à GloboNews disse que "não há nenhuma possibilidade" de o governo taxar operações do Pix. "Temos de ir na direção contrária, garantir cada vez mais desenvolvimento a crédito", afirmou.</p>
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<p class="has-small-font-size">Haddad disse que o ex-secretário da Receita Federal no primeiro ano do governo Bolsonaro, Marco Cintra, queria adotar o imposto único e cogitou tributar o Pix para "morder parte da receita" das transações.</p>
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<p class="has-small-font-size">"Isso atrapalhou a reforma tributária, ficou se insistindo numa tese tão atrasada do ponto de vista de justiça tributária que parou a reforma, inviabilizou o processo."</p>
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<p class="has-small-font-size">Ele argumentou que são necessárias ações em três frentes para viabilizar a mobilidade social: acesso a crédito, educação de qualidade do ensino básico ao superior, e acesso à moradia (reforma agrária e urbana).</p>
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<p class="has-small-font-size">"O Brasil perdeu e perde ainda várias oportunidades nesta direção, então como vai taxar o Pix? Temos de fazer reformas na direção contrária", disse.</p>
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<p class="has-small-font-size"><a href="https://diariodacapital.com/fernando-haddad-sera-novo-ministro-da-fazenda/">O futuro ministro da Fazenda</a> também qualificou como "absurda" a oferta de crédito consignado aos recursos do Auxílio Brasil e a "espoliação" da população pobre. "Se a gente não prorroga o Auxílio Brasil, a Caixa quebra, porque nenhum banco privado fez (o crédito consignado), mas a Caixa foi mandada fazer. Só que se não tiver Auxílio Brasil, (a Caixa) vai receber de quem?", questionou.</p>
