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<p>Desde 2018 o senado brasileiro analisava a proposta que pede o fim da pensão por morte a filhas de militares. Ela conquistou 57 mil votos da população, tornando-se uma indicação legislativa. Na quinta-feira, 06 de julho de 2023, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa encaminhou a indicação para a Presidência. </p>
<p>Criada por Lucas Almeida Cobra, o pedido de extinção parte de uma inconformidade, que via filhas de militares receberem de forma vitalícia, a pensão pela morte do pai, caso fossem solteiras. </p>
<p>O Brasil não gasta milhões com essas pensões, mas bilhões ao ano. Apenas em 2020 o valor destinado às beneficiárias chegou a R$ 19,3 bilhão. </p>
<p>A lei foi instituída em 1960, e vigorou até 2001, quando foi revogada. Hoje, às filhas de militares não recebem mais os valores, em caso de morte do pai, e a cifra bilionária é destinada às mulheres que solicitaram o benefício até 2001. </p>
<p>A presidência ainda não se manifestou sobre o assunto.</p>
