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<p>A iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), intitulado de Pode Falar, ganha apoio do Grupo RD-RaiaDrogasil. A ação é um canal de ajuda virtual em saúde mental e bem-estar criado para adolescentes e jovens entre 13 e 24 anos.</p>
<p>Esse projeto já teve mais de 50 mil acessos, e, através dele, é ofertado escuta empática sem julgamentos, por meio de um <em>chat</em> que funciona pelo número de WhatsApp (61) 99660-8843 ou pelo site <a href="https://www.unicef.org/brazil/pode-falar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.podefalar.org.br/</a>, de forma totalmente anônima e gratuita. </p>
<p>Também está disponível de segunda a sábado das 8h às 22h na seção “Quero Falar”, materiais sobre saúde mental, com a possibilidade de ler e deixar depoimentos sobre como superar situações adversas na área de saúde mental.</p>
<p>O UNICEF vai ampliar a capacidade de atendimento do canal, com o apoio da RD, focando as regiões Norte e Nordeste.</p>
<p>“O objetivo da RaiaDrogasil é ser, até 2030, o grupo que mais contribui para uma sociedade mais saudável por meio do cuidado com a saúde integral em todos os momentos da vida. A parceria com o UNICEF no projeto Pode Falar está totalmente alinhada com o nosso compromisso social. O apoio a essa iniciativa é uma forma de ampliar nosso cuidado com as pessoas por meio da atenção à saúde mental e do bem-estar emocional de jovens e adolescentes”, comenta Maria Izabel Toro, gerente de Investimento Social na RaiaDrogasil.</p>
<p>A iniciativa desse projeto, de acordo com a plataforma, tem dois objetivos. O primeiro é impactar cerca de 100 mil adolescentes e jovens, acessando a plataforma Pode Falar. O segundo é aumentar a capacidade de acolhimento humano e treinar 500 profissionais em primeiros socorros emocionais.“A adolescência é um período crucial para o desenvolvimento e manutenção de hábitos sociais e emocionais importantes para o bem-estar mental. A internet e a tecnologia têm um papel fundamental na vida de meninas e meninos, e assim, o Pode Falar usa isso para criar um espaço de escuta acolhedora, sem julgamento e anônima para esse público, em momentos de crise. Nele também é possível acessar materiais de apoio, informações e serviços”, explicou Gabriela Mora, oficial de Desenvolvimento e Participação de Adolescentes do UNICEF.</p>
