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<p>O ministro da Casa Civil, Rui Costa, negou que o governo tenha planos de estender o programa de incentivo ao setor automotivo atualmente em vigor. Segundo o ministro, o sucesso do programa, que oferece crédito tributário a empresas que concedem descontos, comprova a aposta do governo de que a oferta de crédito estimula o consumo e o crescimento econômico.</p>
<p>Rui Costa fez essa declaração após uma reunião ministerial de mais de 9 horas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante a reunião, membros do governo celebraram os recentes números positivos da economia.</p>
<p>O programa lançado pelo governo federal visa reduzir o preço dos carros populares com valor de até R$ 120 mil. Nove montadoras aderiram ao programa, oferecendo descontos em 233 versões de 31 modelos de carros. Os descontos variam de R$ 2 mil a R$ 8 mil, dependendo dos critérios de menor preço, eficiência energética e conteúdo nacional.</p>
<p>O programa tem um custo total de R$ 1,5 bilhão, sendo R$ 500 milhões destinados aos carros, R$ 700 milhões para caminhões e R$ 300 milhões para ônibus e vans. A expectativa é que o programa dure até 120 dias, mas pode ser encerrado antes, dependendo do esgotamento do valor total destinado ao subsídio.</p>
<p>O crédito para renovação da frota de caminhões teve a adesão de dez montadoras, no valor total de R$ 100 milhões, e o crédito para ônibus foi aderido por nove montadoras, totalizando R$ 90 milhões.</p>
<p>O ministro da Casa Civil reforçou que não há planos de estender o programa de incentivo ao setor automotivo, destacando que a decisão está alinhada com o atual planejamento do governo.</p>