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<p>As mulheres são o maior eleitorado no Brasil, correspondendo 52,65% da população votante, por isso, nada melhor do que comemorar, nesta sexta, 24, o Dia da Conquista do Voto Feminino no país, que completa 91 anos. A data é comemorada desde 2015, com a promulgação da lei Nº 13.086. O dia foi escolhido para celebrar um marco da conquista feminina na história. </p>
<p>Apesar desse dia ser celebrado, ainda falta representatividade de mulheres no parlamento. Na Câmara Municipal de Manaus, dos 41 vereadores, apenas quatro são mulheres sendo elas: Glória Carratte (PL), Professora Jacqueline (União Brasil), Thayssa Lippy (Progressistas) e Yomara Lins (PRTB). </p>
<p>Na Assembleia Legislativa, dos 24 deputados estaduais, apenas cinco são mulheres sendo: Alessandra Campelo (PSC), Joana Darc (União Brasil), Débora Menezes (PL), Dra. Mayara (Republicanos) e Mayra Dias (Avante). </p>
<p>Erislane Lima, professora universitária e militante pelo partido PDT fala que a política é muito machista. “São espaços ocupados por homens, logo, estão sempre invalidando nosso trabalho enquanto mulher e acabam dificultando nossa entrada no meio da política. É machismo estrutural.” explicou</p>
<p>Além disso, ela fala que as mulheres que conseguem entrar tem um poder aquisitivo maior, ou seja, a política é seletiva. “A representação feminina na política não é uma coisa diversificada. Você não vê parlamentares negras, trabalhadoras de baixa renda. Não tem uma variedade de representações.” completa. </p>
<p>Para o combate do machismo no parlamento, existe a Comissão Gestora de Política de Gênero do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), vinculada à presidência da república, além da Emenda Constitucional n. 97 de 04 de outubro de 2017 que Estabelece normas sobre acesso dos partidos políticos aos recursos do Fundo Partidário – Cota de 30% para Mulheres.</p>
