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<p>Trabalhadores demitidos da corretora e banco de investimento XP acusam a empresa de não honrar compromissos trabalhistas. Em vários relatos no LinkedIn, ex-colaboradores dizem que não receberam o valor prometido ou esperado na participação dos lucros e resultados ou bônus. Para piorar, afirmam ainda que, após o desligamento, não conseguem contato com a empresa para entender o motivo de a quantia não ter sido paga. </p>
<p>A empresa nega irregularidades, destacando que cumpre "rigorosamente a legislação trabalhista".</p>
<p>Como em outras instituições financeiras, o pagamento da participação nos lucros e resultados (PLR) costuma ser feita em duas etapas. Um adiantamento no meio do ano, até setembro, e o restante, a depender do desempenho da companhia, no início do ano seguinte. Para os que são considerados bancários, o pagamento está previsto em convenção do Sindicato dos Bancários.</p>
<p>No caso da XP, a primeira parte foi paga em agosto e a segunda deveria vir agora, em fevereiro. Mas, para a amargura dos ex-funcionários, entre eles assessores de investimento, ela não veio ou chegou bem abaixo das expectativas.</p>