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<p class="has-medium-font-size">O ChatGPT demonstrou sua capacidade de responder perguntas de múltipla escolha relacionadas ao Direito e obteve uma pontuação suficiente para ser aprovado na primeira fase do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em um teste conduzido por Daniel Marques, advogado e presidente da Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L).</p>
<p class="has-medium-font-size">O experimento de Marques tem como objetivo demonstrar o impacto que a inteligência artificial, como o chat bot desenvolvido pela startup americana OpenAI, terá no mundo jurídico. Em diferentes países, já há exemplos do uso da inteligência artificial (IA) no Direito para redigir contratos e até sentenças judiciais.</p>
<p class="has-medium-font-size">Em entrevista ao Estadão, o presidente da AB2L afirma que a IA pode ajudar os advogados a expandir suas possibilidades cognitivas e aumentar a eficiência na redação de peças e na pesquisa de casos, mas destaca que a responsabilidade final ainda é humana e que a ferramenta deve ser utilizada pelos advogados capazes de usá-la.</p>
<p class="has-medium-font-size">“Os advogados não serão substituídos pelo ChatGPT. Eles serão substituídos pelos advogados capazes de usar a ferramenta. A ferramenta aumenta as possibilidades cognitivas dos advogados”, afirma Marques.</p>
