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<p>A organização não governamental Repórteres Sem Fronteiras divulgou que o Brasil subiu 18 lugares no ranking de Liberdade de Imprensa 2023, que avalia 180 países e territórios. O Brasil ocupava a colocação 110, e agora está em 92.<br><br>De acordo com a avaliação, o resultado tem ligação com a chegada de um novo poder Executivo e a saída de Jair Bolsonaro da presidência.<br><br>“Vínhamos numa situação de queda no ranking e agora houve uma melhora ainda sutil. Esperamos chegar ao nível de países desenvolvidos em que a imprensa é vista com o devido respeito”, comenta a presidente da Abraji, Katia Brembatti.<br><br>A violência física ainda é um problema grande, em grandes cidades e no interior. Dados do Observatório de Violações da Liberdade de Imprensa na Amazônia, indicam que houve ao menos 62 casos de violações entre julho de 2022 e maio de 2023.</p>
<h2>MUNDO</h2>
<p>Pelo sétimo ano consecutivo, a Noruega se manteve em primeiro lugar, seguida por Irlanda e Dinamarca<em>. </em>Os últimos lugares são ocupados por Vietnã, China e Coreia do Norte.</p>
<p><em>"</em>O Ranking Mundial comprova a existência de uma forte volatilidade de situações, com ascensões e quedas significativas, mudanças sem precedentes, como por exemplo a subida do Brasil de 18 posições e a queda do Senegal de 31 posições. Essa instabilidade é o efeito do aumento da agressividade das autoridades em muitos países e da crescente animosidade contra os jornalistas nas redes sociais e fora delas”, comenta Christophe Deloire, secretário-geral da ong.</p>
