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<p>O Alto comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) realizou uma pesquisa, onde aponta que 96% dos empresários inscritos na plataforma Refugiados Empreendedores, querem ampliar seus negócios no Brasil. </p>
<p>A ACNUR, agência da ONU, conversou com 63 empreendedores de diversos segmentos empresarias e, 69% deles informou que o seu negócio é a principal fonte de renda familiar, e 63% deles já tinham empresas em seus países de origem. </p>
<h2><strong>Colaboração para o país </strong></h2>
<p>Além de recomeçarem no Brasil, 71% dos refugiados que empreendem no país possuem Cnpj, 44% deles contrataram em terras brasileiras. As vendas de seus negócios estão majoritariamente nas redes sociais, com 84%, e lojas físicas representam 47%. </p>
<p>O que responderam à pesquisa são de origem da América Latina (75%), Oriente Médio (14%) e África (11%) e as principais cidades onde estão empreendendo são São Paulo (SP), Boa Vista (RR) e Manaus (AM), sendo maioria mulheres (60%). </p>