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UGPE desapropria moradores da Comunidade Manaus 2000

De acordo com o Órgão, os imóveis foram construídos em situação irregular.

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Redação
January 19, 2023
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<p>A Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE) fez a retirada de construções ilegais na Comunidade Manaus 2000, localizado no bairro Japiim, zona sul de Manaus. </p>

<p>A área, onde de acordo com o Grupo Integrado de Prevenção a Invasões em Áreas Públicas (Gipiap), está sendo desapropriada pois os imóveis construídos na área estão em situação irregular. As casas foram construídas após o cadastro realizado pelo Programa Socioambiental de Manaus e Interior (Prosamin+). </p>

<p>Segundo com a moradora do local, os órgãos responsáveis pelo Programa, como a Superintendência de Habitação do Amazonas (SUHAB), disseram para os moradores não saírem da casa, mas que agora, mudaram de opinião.</p>

<p> “A gente passou por uma triagem pra ver se enquadra dentro do programa, porque o programa pede uma série de requisitos, então a gente se enquadrou. Tinha reuniões, a gente ia… Eles adentraram dentro do nosso lar e deram um cadastro, só ia receber algum benefício se a gente tivesse esse cadastro. Eles falaram que não era pra sair da casa que a Suhab vinha avaliar, deram um papel que era pra aguardar e agora eles estão querendo derrubar a nossa casa” alegou a moradora</p>

<p>De acordo com o UGPE, os moradores das casas terão suas habitações desativadas. “No total, serão desapropriados 18 imóveis que estão em situação irregular e 31 serão apenas notificados. Caso a notificação não seja atendida, será iniciado o processo de desapropriação das construções irregulares” diz trecho da nota divulgada.</p>

<p>De acordo com o coordenador executivo Marcellus Câmpelo,  por as casas terem sido erguidas após a fase de cadastramento de imóveis pelo Prosamin+, as construções não estão previstas para serem contempladas no plano de reassentamento do programa. </p>

<p>“A parte social nesta ação é no sentido de orientar o atendimento das famílias cadastradas e reforçar que novas ocupações não são passíveis de atendimento pelo programa”, frisou a subcoordenadora do Setor Social, Viviane Dutra. </p>

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