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<p>Manaus não é uma cidade resiliente. É perceptível ver as 29 ocorrências que foram causadas pelas chuvas hoje, dentre elas, a maior parte é<a href="https://diariodacapital.com/oito-pessoas-morrem-em-deslizamento-na-noite-deste-domingo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> alagamentos</a>, correspondendo a 20 do tipo. </p>
<p>Quando aconteceu a erosão no trecho perto do Clube Municipal, na Avenida Torquato Tapajós, o secretário de obras Renato Júnior preferiu culpar o fenômeno das “terras caídas” a dizer que o problema está na falta de estudo de como preparar uma cidade para desastres naturais. </p>
<p>Mas que tal se prevenir do que remediar? A cidade de Indaiatuba, em São Paulo fez isso: após um tornado atingir a cidade em 2005, o município entendeu que a resiliência é para bem estar de todos, por isso, reforçaram as ações em estado de normalidade, com isso, diminuíram as diferenças socioeconômicas e estão atendendo a demanda de planejamento de infraestrutura. </p>
<p>Em 2022, o Ministério Público de Contas (MPAC-AM) abriu uma representação contra os municípios do Amazonas visando sanar possíveis irregularidades e omissões nas estruturas de defesas civis municipais. Na época, segundo a Defesa Civil, a prefeitura de Manaus não apresentou nenhum plano de contingência para enchentes ou extremas secas. </p>
<p>Conforme a Defesa Civil, a cidade tem um plano de contingência a esses eventos naturais que serão anunciados na próxima semana a partir de segunda-feira, 13.</p>
