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<p>Segundo informações, que o Conselho Regional de Economia do Amazonas (CORECON-AM), emitiu esta semana, uma nota técnica traz dados referentes à queda no registro profissional de economista. Essas informações são preocupantes para os economistas e apontam para a provável extinção da carreira profissional.</p>
<p> No Amazonas, atualmente, quatro instituições de ensino oferecem o curso de Economia: além da UEA, a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), a Universidade Nilton Lins e a Uninorte. </p>
<p>As turmas de Economia no interior foram encerradas em 2015, conforme informações apuradas pelos conselheiros.</p>
<p>A profissão já é regulamentada pela Lei n° 1.411, de 1951, e prevê a obrigatoriedade de registro profissional junto ao Conselho Regional de Economia do seu devido estado. </p>
<p>No Amazonas, conforme o levantamento do CORECON-AM, de 2015 para 2022 o número de registros de economistas ativos no conselho obteve redução de 16,4%, saindo de 1.864 para 1.559. Até 2025, estima-se que a quantidade de registros ativos seja de 1.337. </p>
<p>Segundo o CORECON-AM, dos 1,5 mil economistas com registro ativo, metade dos profissionais estavam inadimplentes até o final do ano passado, ou seja, possuíam cobranças em aberto em relação às suas anuidades. </p>
<p>Os pedidos para novos registros tiveram queda de 2015 a 2021, ano que apenas 9 novos economistas foram registrados. Em 2022, o número subiu para 27. O ano de 2015 foi o que teve mais novatos na profissão, 322, resultado que pode estar relacionado à finalização de turmas da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) em municípios no interior.</p>
