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<p>A 23ª edição do Big Brother Brasil (BBB23) foi um recorde para a Globo em número de patrocinadores, mas, na internet, veículos especializados na cobertura de televisão e entretenimento destacam outro marco: mínimas de audiência registradas pelo programa na televisão. Em meio a esses comentários, a emissora destaca que a atração bateu “recordes comerciais” e trouxe acréscimo nas performances do Globoplay, do gshow e do g1. </p>
<p>O BBB23 foi a edição com o maior número de patrocinadores, com 13 marcas. Amstel, McDonald’s, Pantene, QuintoAndar e Seara renovaram a parceria com o programa. Já Ademicon, Downy, Hypera Pharma e TikTok evoluíram de ações de conteúdo na edição de 2022 para patrocínio em 2023. Por fim, Esportes da Sorte, Mercado Livre, Pague Menos e Stone foram as marcas estreantes.</p>
<p>O programa contou ainda com a presença de 40 anunciantes em ações de conteúdo, um crescimento de 38% em relação ao ano anterior e recorde histórico para o reality, segundo a Globo. A edição também foi a mais rentável para o vencedor do programa, com prêmio recorde perto de R$ 3 milhões. </p>
<p>Porém, os números da audiência no programa da TV teriam sido mais baixos nesta edição. A emissora revela que a média de audiência do “BBB 23” foi de 19 pontos, considerando dados até o dia 23 de abril. Isso representa um crescimento de 31% em relação à média da faixa horária nas semanas anteriores à estreia do reality. </p>
<p>A emissora, no entanto, não divulgou a comparação com as edições anteriores. De acordo com levantamento do site “Notícias da TV”, o BBB23 ficou abaixo das médias das outras edições mais recentes.</p>
<p>A Globo não divulgou o faturamento total do programa com publicidade. Segundo a Forbes, as receitas de patrocínio foram estimadas em R$ 1 bilhão na edição de 2023, um crescimento em relação ao faturamento inicial de aproximadamente R$ 700 milhões da edição anterior.</p>
