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<p>Após o deferimento judicial em favor de detectores de metal nas escolas do Estado, o Procon-AM passa a apurar e notificar a pratica abusiva de comerciantes, com a elevação dos preços dos aparelhos detectores. A reclamação foi feita pelas escolas, que não estão satisfeitas com os preços altos.</p>
<p>Instituições particulares de ensino em Manaus como o Centro Educacional Adalberto Valle e os Colégios Dom Bosco e Preciosíssimo Sangue estão utilizando o equipamento desde a semana passada. </p>
<p>Nas escolas municipais da capital, os 350 agentes de portaria que começaram a atuar nesta segunda-feira (17) estão utilizando também o aparelho. </p>
<p>Até o momento, quatro lojas foram fiscalizadas, porém nenhum estabelecimento foi notificado formalmente.</p>
<p> “O preço está acima do que era vendido antes, isso é um fato. O que nós estamos esperando é o prazo para os estabelecimentos enviarem as notas para analisarmos e fazer a conclusão sobre a abusividade”, disse o diretor do Procon-AM, Jalil Fraxe.</p>
<p>Conforme o diretor do instituto, o Procon-AM ainda está mapeando os pontos de comercialização do aparelho. </p>
<p>“Como não era algo usualmente fiscalizado, os detectores de metal, nós não temos mapeado todas as lojas que vendem. Já encontramos quatro [lojas] e algumas não tinham mais porque venderem todo o estoque”, disse.</p>
<p>Em uma pesquisa em grandes lojas de varejo do país, o preço em média de um detector de metal portátil profissional varia de R$ 250 a R$ 300. Portal de detector de metal é vendido por até R$ 50 mil.</p>
<p>Em uma postagem, de Jalil Fraxe, ele alega que, antes, um detector custava R$ 280 e passou para R$ 700. </p>
<p>“É um completo absurdo e desrespeito com a população, aproveitar-se do momento para aumentar o preço é prática abusiva”, enfatizou o diretor.</p>
