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<p>Ministério do Meio Ambiente e da Mudança no Clima, é o novo nome do ministério, continuando com a mesma sigla, MMA.</p>
<p>Relembrando irmã Dorothy Stang, o ambientalista Chico Mendes, sindicalista Ivair Higino, Dom Phillips, Bruno Pereira, Janildo Guajajara Marina Silva assumiu na tarde desta quarta-feira o Ministério do Meio Ambiente</p>
<p>“Quando tudo falha, tudo o que fica são as instituições públicas fortes, as políticas públicas bem desenhadas e servidores públicos competentes e comprometidos” Marina Silva manifestou agradecimento aos servidores públicos e diversos órgãos por resistirem ao último governo.</p>
<p>O Ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou o compromisso na participação do Ministério do Meio Ambiente em todos os projetos do governo, para que todos já sejam planejados pensando na sustentabilidade.</p>
<p>A posse de Marina foi a posse que mais reuniu público, formando fila para entrada.</p>
<p>Quatorze anos após sua primeira gestão e de um período de relação conflituosa entre ambientalistas e o governo Bolsonaro, Marina Silva está de volta ao Ministério do Meio Ambiente. Ela tomou posse nesta quarta-feira em uma das cerimônias mais concorridas dos novos ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Salão Nobre do Palácio do Planalto. Uma longa fila se formou e deu a volta no prédio que é a sede do Executivo antes da cerimônia começar.</p>
<p>Entre os presentes estão a primeira-dama, a socióloga Rosângela Silva, a Janja, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Simone Tebet (Planejamento), a presidente do PT, Gleisi Hoffmann; o ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França; a ministra de Ciência e Tecnologia, Luciana Santos; e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.</p>
<p>Marina volta ao posto anos após ter comandado a pasta durante os dois governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2003 e 2008.</p>
<p>Além deles, participam do evento a nova presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joenia Wapichana; e o ex-presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ricardo Galvão, que foi demitido de forma polêmica pelo governo de Jair Bolsonaro, ao criticar o negacionismo científico da antiga gestão.</p>
