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<p class="has-small-font-size">Hoje dia 24 de outubro Manaus comemora 353 anos de existência, nesse interim muita coisa mudou na capital amazonense. Principalmente nesse ano, quando tivermos ameaças reais a principal fonte econômica, o Polo industrial. É de praxe comemorar citando o que temos de melhor.</p>
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<p class="has-small-font-size">Porém, como fazer isso no ano de 2022, quando a cidade parece que estacionou no que se refere a desenvolvimento, em específico, mobilidade urbana.</p>
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<p class="has-small-font-size">Para isso, o Diário da Capital preparou uma série de reportagens que retratam os problemas que há anos impedem que a cidade se desenvolva de forma mais consistente e com a qualidade que a população merece. Deste modo, iniciaremos com o trânsito manauara que em dias de sol engarrafa e em dias de chuva ‘não anda’.</p>
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<p class="has-small-font-size"><strong>DJALMA BATISTA</strong></p>
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<p class="has-small-font-size">Já é comum em encontros o povo manauara justificar o atraso com o tradicional ‘tô na Djalma’. É quase um bordão obrigatório daqueles que se atrasam. Pudera ser apenas uma força de expressão. Uma das principais avenidas de Manaus diariamente recebe um alto fluxo de veículos de forma que quase nunca suporta o quantitativo.</p>
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<p class="has-small-font-size">Em dias de chuva, o que tráfego que já é complicado passa a ser infernal. Muito se deve a localização de três grandes shoppings e muitas instituições de ensino. O que foge do poder público. Porém, há ações que podem ser tomadas e prevenidas, porém nunca foram realizadas. Em certo ponto da avenida, há um ponto caótico.</p>
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<p class="has-small-font-size">O ponto de ônibus em frente ao Plaza Shopping. Um local que é ponto de embarque/desembargue de alunos, e trabalhadores das redondezas não poderia, NUNCA, ter um local tão curto para o quantitativo de população que ali circula. O mínimo que teria de ter, era um ponto de recuo (como aquele do Carrefour de Flores).</p>
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<p class="has-small-font-size">Diariamente o que se observa é uma luta por espaço de ônibus, transporte executivo e motoristas de aplicativo. Muitas vezes ocupando as duas faixas, das três que o sentido centro/bairro comporta. Outro ponto a ser colocado, são as sinas que a avenida possui.</p>
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<p class="has-small-font-size">Do início do Boulevard a até a Darcy Vargas, a avenida é paralisada por dois sinais. Mais uma vez o poder público poderia intervir. Os dois primeiros sinais (rua Pará e Av. João Valério), já poderiam ter sido substituídos por viadutos e/ou passagem de níveis. O que já melhoraria em muito o fluxo daquela localidade. Porém, nenhum prefeito teve pulso para executar tais ações.</p>
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<p class="has-small-font-size">A cidade segue crescendo em passos lentos, porém, se acelerar esse crescimento pode tropeçar nos simples e antigos problemas que nenhum político tem peito para assumir e resolver.</p>
