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<p>O presidente Lula (PT) paralisou temporariamente os serviços de blindagem no Brasil. O decreto para autorização da mesma foi assinado durante o governo Bolsonaro que retirava a exigência do CR (certificado de registro) para proprietários de veículos blindados.</p>
<p>A blindagem de veículos chegou no seu ápice no ano de 2022 chegando 29,56%. Durante a pandemia da covid-19, os números dos serviços caíram, conforme diz Marcelo Silva, presidente da Associação Brasileira de Blindagem, ao site Uol. “Na pandemia, diminuiu o número de blindagens porque havia menos gente nas ruas e, evidentemente, diminuiu a violência.” Frisou. Segundo ele, a demanda baixa na pandemia explica a alta de blindagens de 2022, além da justificativa de insegurança nas ruas. </p>
<p>Marcelo também afirma que não vê crescimento neste ano, permanecendo os números do ano passado. </p>
<h2><strong>Riscos</strong></h2>
<p>Com a revogação de Lula, segundo Silva, muitas blindadoras estão paradas e clientes que mandaram seus carros para o serviço não conseguem pegar seus carros. </p>
<p>“As pessoas estão expostas aos bandidos por não poderem usar seus blindados, graças a uma interpretação errada da lei”, disse.</p>
<p>O presidente da Abralin disse que o exército interpretou errado a decisão de Lula e suspendeu os registros. </p>
<p>Marcelo foi até Brasília tentar reverter a situação. ” Fui até Brasília e entreguei um ofício passando essa informação, mas ouvi que o Exército quer um parecer jurídico antes de liberar novos registros e isso não tem prazo para acontecer" </p>
<p>A equipe do Portal Diário da Capital tentou contato com o Exército Brasileiro, mas até o fechamento desta matéria, não tivemos retorno.</p>
