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<p>Na manhã desta terça-feira (4), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumirá a presidência rotativa do Mercosul durante a 62ª reunião dos chefes de Estado do bloco, realizada em Puerto Iguazú, na Argentina.</p>
<p>O Mercosul, formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, possui um sistema de rodízio na presidência, em que os quatro países titulares se revezam a cada seis meses. O presidente brasileiro assumirá o cargo após o encerramento do mandato do governo argentino.</p>
<p>Além dos países titulares, o Mercosul também possui Estados associados, como Colômbia, Bolívia e Chile. Vale ressaltar que a Venezuela faz parte do bloco, porém encontra-se suspensa desde 2017. O governo brasileiro tem defendido o retorno do país ao grupo.</p>
<p>A reunião em Puerto Iguazú marca não apenas a transferência da liderança, mas também encerra o mandato do governo argentino. A escolha dessa região, situada na tríplice fronteira com Brasil (Foz do Iguaçu) e Paraguai (Cidade do Leste), demonstra a importância da integração e cooperação entre os países vizinhos.</p>
<p>Além de assumir a presidência do Mercosul, o Brasil desempenhará papéis de destaque em outras instâncias internacionais neste segundo semestre de 2023. O país estará à frente do G20, grupo que reúne as principais economias do mundo, além de comandar o Conselho de Segurança das Nações Unidas.</p>
<p>Com a liderança do Mercosul, Lula buscará fortalecer o bloco, aprofundar a integração regional e promover parcerias econômicas e comerciais entre os países membros. A defesa do retorno da Venezuela ao Mercosul também estará em pauta, uma vez que o governo brasileiro considera fundamental a participação plena do país para o fortalecimento do bloco.</p>
