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<p class="has-small-font-size">Ás 19h57 de domingo (30), o Tribunal Superior Eleitoral – TSE decretou a vitória de Luís Inácio Lula da Silva. Naquele momento, Lula tinha 50,83% dos votos válidos e não poderia mais ser alcançado por Bolsonaro, que contabilizava 49,17% de votos válidos. Dois dias após o fim da apuração do segundo turno das eleições presidenciais, o Presidente Jair Messias Bolsonaro finalmente se pronunciou.</p>
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<p class="has-small-font-size">“Quero começar agradecendo os 58 milhões de brasileiros que votaram em mim no último dia 30 de outubro. Os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral. As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas os nossos métodos não podem ser os da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedade, destruição de patrimônio e cerceamento do direito de ir e vir", afirmou o presidente”.</p>
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<p class="has-small-font-size">Sempre fui rotulado como antidemocrático e, ao contrário dos meus acusadores, sempre joguei dentro das quatro linhas da Constituição. Nunca falei em controlar ou censurar a mídia e as redes sociais. Enquanto presidente da República e cidadão, continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição".</p>
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<p class="has-small-font-size">(...). É uma honra ser um líder de milhões de brasileiros. Vou seguir defendendo a liberdade econômica, religiosa e as cores verde e amarela do Brasil. continuou.</p>
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<p class="has-small-font-size">Tradicionalmente o candidato derrotado liga para o candidato vencedor para parabenizar e desejar que faça um bom governo. É assim em qualquer país democrático do mundo. Mas não com Bolsonaro!</p>
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<p class="has-small-font-size">Esperávamos que no discurso de hoje, o então (ainda) Presidente assumisse a derrota de forma digna e com a grandeza que o cargo requer. Assumir a derrota não é somente um protocolo, é também conter uma parte do seu eleitorado que insiste em fechar rodovias e realizar atos antidemocráticos (Como os pedidos incansáveis e tolos de intervenção militar). Porém, deixou o ministro da Casa Civil Ciro Nogueira (PP) responsável por conduzir a transição de governo.</p>
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<p class="has-small-font-size">O Discurso pífio, pequeno, com fragrância de mágoa misturado com ódio ficará marcado na história como o pior já realizado e mostrará verdadeiramente o tamanho que é Jair Bolsonaro!</p>
