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<p>Iniciada a terceira semana de greve dos profissionais de educação do Amazonas, o governo do estado informou, nesta segunda-feira (29), que o secretário chefe da casa civil, Flávio Cordeiro Filho, fará uma mesa de mediação com representantes da classe, a partir das 14h de hoje (29). O local da reunião ainda não foi divulgado.</p>
<p>A Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), Ana Cristina Rodrigues, disse que o crescimento da pauta, e os descontos por falta, realizados de forma arbitrária pelo governo, inflamaram as manifestações, que conta com bastante apoio popular. </p>
<p>Em manifestação ocorrida na manhã desta segunda (29), em frente à sede do Governo, no bairro compensa, o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPTRAN) tentou multar o carro de som utilizados pelos educadores. </p>
<h2>Represália do Estado </h2>
<p>A greve na capital começou no dia 17 de maio, e chegou ao interior do estado, com 52 municípios aderindo ao movimento. </p>
<p>Como resposta, o Governo reabriu o sistema de controle e lançou faltas na grade dos profissionais, o que gera desconto nos salários. O Sistema já havia sido fechado, uma vez que o salário de abril é recebido em maio, e assim nos meses seguintes. </p>
<p>Professores que foram contratados pelo Processo Seletivo Simplificado (PSS) foram os mais prejudicados, tendo seus contratos encerrados e desligados de suas funções. </p>
<h2>Entenda as reivindicações </h2>
<p>As manifestações pedem reajuste salarial de 25%, pagamento das datas-bases de 2022 e 2023, retroativo de 2020 e 2021 e plano de saúde para servidores aposentados.</p>
