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<p>Nesta última quinta-feira, 11, educadores da rede estadual de ensino aprovaram em assembleia geral a deflagração de uma greve, marcada para acontecer na próxima quarta-feira, dia 17 de maio. Eles exigem o reajuste salarial de 25%.</p>
<p>De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), a assembleia geral foi realizada na Praça da Saudade, no Centro Histórico de Manaus, e mais de mil professores estiveram presentes. Ainda segundo o Sindicato, os professores decidiram realizar a concentração da paralisação em frente à Assembleia Legislativa do Estado (ALEAM) no dia 17.</p>
<p>Conforme o Sinteam, além dos 25% de reajuste salarial, os profissionais da Educação do Estado reivindicam os pagamentos pelo governo das datas-bases de 2022 e 2023, incluindo o retroativo de 2020 e 2021. Outra luta da categoria é por um ganho real acima da inflação.</p>
<p>Depois da decisão, os educadores realizaram uma passeata nas ruas do Centro. Com as palavras de ordem “greve já”, a multidão de professores caminhou pelas principais vias do Centro após o anúncio da paralisação. Em um discurso provocativo para o chefe do Poder Executivo Estadual, que segue cumprindo agenda nos EUA, a presidente do Sinteam, Ana Cristina Rodrigues, foi ovacionada.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Vamos fazer com que esse governador do Estado respeite e valorize os trabalhadores da Educação. Eu quero dizer para vocês que tenho muito orgulho de poder dizer que meu Estado vai fazer mais uma vez esse ‘bailarino’ [uma referência pejorativa ao governador Wilson Lima na época que era apresentador de TV] se render aos trabalhadores da Educação”.</p><cite>disse Ana Cristina.</cite></blockquote>