Leia Também
As pesquisas de intenções de voto para a eleição municipal de 2024 em Manaus colocam o deputado federal Amom Mandel (Cidadania) em uma disputa polarizada com o prefeito David Almeida (Avante). Amom se esquiva como pode em assumir o cargo como meta, mas não alivia nas críticas à atual gestão e admite: “é difícil escolher um político (vivo) do Amazonas que eu admire”. O futuro político dele, as alianças e a atuação no Congresso foram assunto no programa do Diário da Capital ‘Isso não é uma Entrevista’, comandado pela jornalista Cynthia Blink.
A menos de um ano do provável embate eleitoral, o ex-vereador ainda não se posicionou em relação à participação como candidato e, quando questionado, insiste em uma postura protocolar. “Não sou eu quem decide. Quem decide é o povo”, responde, porém sempre seguindo de uma crítica a David Almeida. “Mas isso (cenário das pesquisas eleitorais) é reflexo do desejo por mudanças”.
Amom não perdeu a oportunidade de criticar a gerência do transporte público coletivo da capital e as pinturas promovidas pela prefeitura como marca da gestão de Almeida. Ele também criticou a postura do prefeito diante da fumaça que tomou a cidade nos últimos meses. “(a fumaça) está vindo de outro estado, mas você está fazendo o quê? Acionou a justiça? Se tem algo que está prejudicando a coletividade, a prefeitura precisa agir e eu não estou vendo ela fazer”.
No quadro de perguntas sobre figuras políticas do estado, o deputado federal disse que escolheria Caio André (Podemos) como vice, chamaria David Almeida para colorir, homenagearia Alessandra Campelo (Podemos) e não usaria o deputado federal Alberto Neto (PL) como exemplo. “Não acho que o caminho na Câmara é de atrapalhar as discussões, e sim de progredir”, avaliou.
A entrevista completa de Amom Mandel ao programa ‘Isso não é uma Entrevista’ está aqui.
