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<p>O coronel Jorge Eduardo Naime, ex-chefe de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal, pode não ser ouvido pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre o 8 de janeiro, quando grupos bolsonaristas invadiram o Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Superior Tribunal Federal. A audiência estava prevista para essa segunda-feira, 26.</p>
<p>A defesa do coronel pediu que ele não fosse obrigado a comparecer à CPMI, para ser sabatinado, no entanto, a Justiça o obrigou a comparecer, mas lhe deu o direito de ficar calado e não produzir provas contra si, o que poderia projetar uma sessão improdutiva, com horas de questionamentos não respondidos. </p>
<p>No entanto, Jaime conseguiu um atestado médico, que foi enviado à Justiça, que estuda a possibilidade de videoconferência ou representantes da CPMI comparecerem a Complexo Penitenciário da Papuda (DF), onde o coronel está preso desde fevereiro de 2023, em caso de urgência para a audiência, </p>
<p>Ele é acusado de omissão durante os atos de depredação causados pelos apoiadores de Jair Bolsonaro, na Praça dos Três Poderes, na capital do país.</p>
