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<p>Por vezes, a comercialização de alguns alimentos é proibida por uma questão de cuidado a saúde, mas nem sempre o motivo é esse. Confira no Diário da Capital 5 alimentos que tiveram motivos curiosos para serem suspensos:</p>
<p><strong>Absinto –</strong> Originalmente feito para fins medicinais no século 16, o destilado de anis, losna e funcho se tornou popular como bebida alcoólica, e possuía teor alcoólico de 80%, por isso foi proibido na Nova Zelândia, Austrália e Estados Unidos. No Brasil, a bebida é liberada, mas com o máximo de 54% de teor de álcool. </p>
<p><strong>Caviar Beluga – </strong>Sendo um dos tipos de caviar mais caros e raros do mundo, a iguaria vem das ovas do esturjão beluga, e sua pesca foi proibida nos Estados Unidos, por ter entrado na lista de animais em extinção. </p>
<p><strong>Chiclete – </strong>Em 1992, o governo de Singapura proibiu o consumo de chiclete pela população. O motivo? Evitar chicletes mascados, jogados nas ruas do país. Atualmente, só podem mascar chicletes aqueles que possuem prescrição para fins medicinais.</p>
<p><strong>Leite Cru – </strong>O consumo de leite faz parte do cotidiano de muitas pessoas, mas seu consumo sem passar pelo processo de pasteurização pode trazer muitos riscos a saúde, o que faz sua comercialização ser proibida em quase todos os países do mundo. </p>
<p><strong>M&M’s – </strong>A Suécia proibiu a venda da marca M&M’s em 2016, por se assemelhar com os chocolates cobertos da Mondelez, que eram vendidos sob a marca Marabou, e que apresentava apenas um “M” na embalagem. </p>
<p>Assim, desde 1960 a marca não é vendida em solo sueco. </p>
