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Confira 7 livros escritos por mulheres amazônidas para ler em 2023

Todos os livros estão à venda pelo site da Editora Valer

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March 7, 2023
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<p>Quantas obras literárias feitas por mulheres você já consumiu até aqui? Para celebrar este 8 de março, Dia Internacional da Mulher, separamos 7 escritoras amazônidas para você conhecer e apreciar os trabalhos feitos por elas. Todos os livros abaixo estão disponíveis no site da <a href="https://www.editoravaler.com.br/index.php?route=common/home colocar link da matéria aqui">Editora Valer</a>. </p>

<p><strong>Ritmos de Inquieta Alegria (Violeta Branca)</strong></p>

<p>É uma obra que se define pelo lirismo e vivacidade no tratamento dos temas de ânsia por vida e liberdade, associadas com uma forte descoberta de mistério do mundo. O livro foi escrito em 1935, por Violeta Branca, dona de um espírito jovem e ousado que vive nas páginas desta obra. O livro recebeu uma boa acolhida da crítica e uma apreciação entusiasmada do saudoso intelectual Rodrigo Octavio.</p>

<p><strong>Amazônia Colônia do Brasil (Violeta Loureiro)</strong></p>

<p>A obra nos favorece conhecer mais sobre a Amazônia contemporânea, o que faz do livro ser único na literatura. A tese nos chama atenção pelas referências que Violeta dialoga, trazendo o passado e o presente da floresta. No passado, era colônia, porém, ainda a tratam assim. Obra indispensável para pesquisadores e para o público.</p>

<p><strong>Íntima Fuligem (Astrid Cabral)  </strong></p>

<p>O livro reúne um conjunto de poemas que trata a morte, a solidão, a mudez, a dor, a memória, a perda de pessoas amadas e a passagem do tempo com crueza e exatidão.</p>

<p><strong>Histórias de Bichos da Amazônia (Ana Peixoto) </strong></p>

<p>A obra apresenta a fauna da Amazônia indo ao encontro de bichos como papagaio, a cobra, o jabuti, a coruja e o sapo. Ao decorrer da história, a autora também nos dá uma mensagem sobre preservação do meio ambiente.</p>

<p><strong>Meninos-Árvores (Daniele Soares)</strong></p>

<p>O livro nasceu de memórias de uma criança que ficarem perpetuadas até hoje ao escrever a obra. É um livro de agradecimento da neta de Dona Joaquina, a que se refere “pelas bocas da noite em que se sentava, na cadeira de macarrão vermelha e narrava histórias que ultrapassam gerações”. Essas lindas memórias de sua avó estão registradas neste livro.</p>

<p><strong>Senhoras da Justiça 2º Edição (Graça Figueiredo)</strong></p>

<p>A autora traz reflexões sobre a mulher na construção da sociedade e também a sua presença dentro da esfera do direito e da justiça.</p>

<p><strong>Contos Que Não Mais Contarei (Cacilda Barboza)</strong></p>

<p>Este livro reúne histórias de ribeirinhos, seringueiros e indígenas que inaugura a literatura grotesca em nós. As mensagens foram recolhidas pelo irmão da autora. Cacilda Barboza dá imortalidade à visão de mundo dos povos originários e pessoas que habitam nas margens desse rio-mar.</p>

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