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<p>Nesta terça-feira, 27, acontece uma audiência de instrução, onde serão ouvidas testemunhas do caso da Chacina do Ramal Água Branca, ocorrido em dezembro de 2022, quando dezesseis policiais militares, da Ronda Cândido Mariano, foram acusados da morte de dois homens e duas mulheres, na AM-010. </p>
<p>As vítimas foram Alexandre do Nascimento, 29, Diego Máximo Gemaque, 33, Lilian Daiane Máximo Gemaque, 31 e Valéria Pacheco da Silva, 22.</p>
<p>Serão quatro dias de audiências no Fórum Ministro Encoch Reis. A denúncia contra os militares partiu do Ministério Público (MP), que indicou que eles praticam um “tribunal” contra as vítimas, escoltando o veículo em que foram encontrados mortos, desde o bairro Cidade Nova, até o Ramal Água Branca. </p>
<h2><strong>Acusados</strong></h2>
<p>A denúncia foi aceita pelo juiz Fábio Lopes Alfaia, que negou a soltura dos envolvidos, onde doze estão presos desde dezembro de 2022, e outros quatro foram presos em fevereiro de 2023, e estão no Batalhão da Polícia Militar do Amazonas. </p>
<p>Agentes públicos acusados - Thiago Silva Paz de Almeida, Raphaella Batista da Silva Vieira, Raimundo Nonato do Nascimento e Andresson Junior dos Santos Pimentel.</p>
<p>Charlys Mayzanyel da Ressurreição Braga, José Vandro Carioca Franco, Tharle Coelho Mendes e Diego Bentes Bruce, Jonan Costa de Sena.</p>
<p>Marcos Miller Jordão dos Santos, Stanrley Ferreira Cavalcante, e Anderson Pereira de Souza, Charly Mota Fernandes.</p>
<p>Dionathan Sarilton de Oliveira Costa, Maykon Horara Feitoza Moneteiro e Weverton Lucas Souza de Oliveira.</p>
