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<p>Após dois dias levando a campanha “Combate à Exploração do Trabalho Infantil nas Ruas de Manaus” aos desfiles de Carnaval da capital, por meio de abordagens sociais e de fiscalização, a campanha participou da folia, neste último sábado, 18/2, com o “Bloco da Proteção”, mobilizado pela Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc).</p>
<p>Visando sensibilizar os foliões presentes, sobre a importância de não financiar a exploração infantil nas sinaleiras da cidade. A ação levou servidores de todos os setores da secretaria e de outros parceiros da campanha a participarem da abertura do desfile das escolas de samba do bloco de acesso especial, realizado no sambódromo de Manaus, zona Centro-Oeste.</p>
<p>Conforme a gerente do Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil (Peti), Geszimar da Silva, a iniciativa também é uma forma de mostrar para a população o trabalho em equipe por trás da campanha e de toda a rede de proteção social da capital amazonense.</p>
<p>“infelizmente ainda temos um índice muito grande de crianças em situação de trabalho infantil, crianças que estão todos os dias nas sinaleiras em situação de mendicância. É uma luta de anos em que tentamos alcançar um resultado concreto, mas que hoje acredito que, com o atual plano de ação e o trabalho realizado por todos nesta campanha, nós conseguiremos, sim, alcançar nosso objetivo de minimizar ou até quem sabe erradicar o trabalho infantil na nossa cidade”, concluiu. </p>
<p>Além dos servidores da Semasc, participaram do bloco, servidores do Conselho Tutelar, da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil do Amazonas (Fepeti-AM), além da Coordenadoria de Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Amazonas, e representantes de Organizações da Sociedade Civil (OSCs).</p>
<p>“Nosso trabalho em época de Carnaval é bem intenso no que diz respeito à garantia de direitos e segurança de crianças e adolescentes, especialmente no sambódromo. Hoje participamos dessa ação com muita alegria por poder descer a avenida junto à campanha, podendo trabalhar ainda mais o combate só trabalho infantil”, destacou o coordenador-geral do Conselho Tutelar, Manoel Júnior.</p>
<p>Gerente de Liquidação e Contabilidade da Semasc, a contadora Carla Freire, destacou a importância da participação de todos na campanha, independentemente da área de atuação na secretaria e na sociedade em geral.</p>
<p>“É muito importante que todos nós estejamos juntos nesta ação contra o trabalho infantil, porque apesar de eu, por exemplo, ser do setor financeiro, todos nós trabalhamos com proteção social de alguma forma e precisamos levar o nome da assistência social aonde for necessário”, concluiu.</p>
<h2><strong>Campanha e parceiros</strong></h2>
<p>Lançada oficialmente no dia 15/2, a campanha de Combate à Exploração do Trabalho Infantil nas Ruas de Manaus tem o objetivo de prevenir e erradicar a incidência de crianças em situação de mendicância nos semáforos de Manaus por meio de ações integradas e intersetoriais.</p>
<p>Com mais de 20 parceiros, entre outras secretarias e entidades do Estado e da sociedade civil, essa é a maior campanha já desenvolvida pela Prefeitura de Manaus para o combate ao trabalho infantil.</p>
<p>São parceiros: a Secretaria Municipal de Educação (Semed), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria Municipal do Trabalho, Empreendedorismo e Inovação (Semtepi), Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), Conselho Tutelar, Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalho do Adolescente no Amazonas (Fepeti-AM), Secretaria de Segurança Pública do Estado do Amazonas (SSP-AM), Ministério Público do Trabalho (MPT-AM), Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM), Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Secretaria de Estado de Saúde (SES), Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas), Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJ-AM), Agência da ONU para Refugiados (Acnur), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Amazonas Shopping e representantes de Organizações da Sociedade Civil (OSCs).</p>
