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<p>A votação do projeto de lei das Fake News, que estava prevista para acontecer na terça-feira, dia 2 de maio, foi adiada pela Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), atendeu ao pedido do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que argumentou que recebeu um grande número de sugestões desde que o relatório foi entregue na semana passada.</p>
<p>Silva afirmou que gostaria de consolidar todas as sugestões para que o texto pudesse ser aprovado de forma unânime pelo plenário da Câmara. Ele ressaltou que o objetivo do projeto é combater a desinformação, garantir a liberdade de expressão, a responsabilidade das plataformas e a transparência na internet.</p>
<p>O deputado também destacou que retirou do texto a proposta de criação de uma entidade autônoma para fiscalizar as plataformas na internet, mas que está trabalhando em alternativas para garantir a aplicação da lei, incluindo sanções.</p>
<p>As lideranças da Casa se pronunciaram sobre o adiamento da votação. O líder do PP, André Fufuca (MA), defendeu que o texto seja construído de forma a ser aprovado com ampla maioria e que beneficie o povo brasileiro. Já o líder do PT, Zeca Dirceu, lamentou o adiamento, ressaltando que o tema é urgente, já que a disseminação de Fake News na internet pode levar à violência e até à morte de pessoas.</p>
<p>Agora, a votação do projeto de lei das Fake News ainda não tem nova data para acontecer. O adiamento foi visto como uma oportunidade para que o texto seja aprimorado e conte com o apoio da maioria dos parlamentares.</p>
