Leia Também
No terceiro mandato como deputada estadual, Alessandra Campelo (Podemos) não esconde o desejo de alçar voos maiores na política. A menos de um ano das eleições municipais, ela não titubeia quando questionada se prefere David Almeida ou Amom Mandel: “Alessandra”, afirma. As pretensões políticas, a lembrança das origens em meio à violência doméstica e a atuação pela causa das mulheres foram os principais assuntos na participação da parlamentar no programa do Diário da Capital ‘Isso não é uma Entrevista’, comandado pela jornalista Cynthia Blink.
No terceiro mandato como deputada, Alessandra Campelo comemora o fato de estar mais acompanhada de mulheres na atual legislatura (são cinco parlamentares, no total). Isso porque ela era a única representante feminina quando foi eleita pela primeira vez. “Se nós, mulheres, somos mais da metade da população, o natural, mais democrático, seria que fôssemos mais da metade na Assembleia”, avaliou.
“No meu primeiro mandato eu fui chamada de filha da puta, de safada, fui xingada, e não aconteceu nada. Era só eu”, lembrou a deputada. Atualmente, Alessandra se diz orgulhosa da própria história e mostra vontade de ir além. Ela descartou ser candidata a prefeita de Manacapuru, cidade onde reúne boa base eleitoral, mas colocou o próprio nome à disposição para governar a capital.
“Eu me sinto preparada, sim, para ser gestora em uma cidade com os problemas de Manaus, mas ninguém é candidato de si próprio. Eu pertenço a um grupo político e meu nome está à disposição”, declarou.
Na conversa, a deputada contou ainda a luta na infância contra a violência doméstica praticada pelo próprio pai contra mãe e irmãos, afirmou que daria o título de cidadão amazonense para o ex-BBB Viny em um momento mais oportuno e a abordou o momento de aliança com o governador. “Seria uma ótima vice para o Wilson Lima”, disse.
A entrevista completa de Alessandra Campelo ao programa ‘Isso não é uma Entrevista’ está aqui.
