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<p>Nesta segunda-feira, 17, o Governo do Amazonas, através do Comitê Interinstitucional de Proteção, Monitoramento, Guarda e Segurança Escolar e do Núcleo de Inteligência e Segurança Escolar (Nise), conseguiu identificar e apreender no Amazonas, 68 adolescentes, envolvidos e suspeitos de participação a ameaças em escolas, na capital e interior do Estado.</p>
<p>O Núcleo de Inteligência e Segurança Escolar (Nise), do Governo do Amazonas, tem o objetivo de adotar medidas de segurança para acabar com os ataques e crimes de ameaça, racismo, bullying, ciberbullying, uso abusivo de drogas, tráfico de entorpecentes e quaisquer outras ações que se configurem em transgressões dentro das escolas contra estudantes, profissionais da educação ou mesmo contra a estrutura das unidades da rede estadual de ensino. </p>
<p>“Esse momento não é só um problema da educação, não é só um problema da segurança, não é só um problema social, mas é um problema que a família tem que estar vigilante, ajudando seus filhos, colaborado com a revista das suas mochilas, dos seus cadernos, identificando qual o tipo de rede que está usando e grupos de whatsapp. Com isso, com certeza nós vamos debelar esse problema”, disse a secretária estadual de Educação, Kuka Chaves.</p>
<p>Além de Manaus, as ocorrências também foram identificadas nas cidades de Anamã, Anori, Presidente Figueiredo, Novo Airão, Lábrea, Apuí, Maués, Iranduba, Itapiranga, Benjamin Constant, São Gabriel da Cachoeira, Parintins e Rio Preto da Eva.</p>
<p>A ação em conjunto conseguiu evitar 56 possíveis ocorrências nas escolas. “São adolescentes envolvidos em diversas ocorrências, dentre elas até o porte de arma branca, que está dentro da lei de contravenção penal. E temos também situações mais graves como adolescentes que mantinham perfis em redes sociais onde eles ameaçavam realizar ataques. </p>
<p>Identificamos também adolescentes fazendo esse tipo de ameaças em outros estados, como no Ceará e no Pará. A maioria deles foi colocada em liberdade, mas com encaminhamento devido para acompanhamento profissional, por meio de uma equipe multidisciplinar”, finalizou o delegado Denis Pinho, coordenador do Nise.</p>
