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<p>No último sábado (20), Aderrien Murry, uma criança negra de 11 anos, foi baleado por um policial no Mississippi, nos Estados Unidos. Foi o próprio Aderrien que chamou a polícia, para proteger a mãe de violência doméstica sofrida pelo padrasto.<br><br>De acordo com o advogado da família, o policial, chamado Greg Capers, entrou na casa já com a arma em punho e ordenou que todos saíssem da residência com as mãos para cima. Apesar de obedecer às ordens do policial, Aderrien Murry foi atingido por um tiro no peito. Ele teve costelas quebradas, o pulmão perfurado e o fígado lacerado.<br><br>“Suas palavras foram: 'Por que ele atirou em mim? O que eu fiz?' E ele começou a chorar”, disse a mãe do garoto em uma coletiva de imprensa esta semana.<br><br>No hospital, precisou do apoio de aparelhos para respirar. Felizmente, o menino recebeu alta e está em casa. A família do garoto e a comunidade pedem a demissão do policial responsável pelo disparo, que foi colocado em licença remunerada enquanto o caso é investigado.</p>
<p>O advogado da família afirma que "não há justificativa para a ação do policial" e que pretende entrar com um processo para obter imagens da câmera corporal do policial.</p>
