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O Japão retirou o alerta de tsunami após uma série de terremotos, sendo o mais forte de magnitude 7,6 na região de Ishikawa. O primeiro-ministro Fumio Kishida mencionou a tentativa de estabelecer rotas marítimas para áreas isoladas no norte da Península de Noto após a suspensão do alerta.
Cerca de mil membros das forças de autodefesa japonesas estão engajados em operações de busca e resgate nas áreas afetadas. Rússia, Coreia do Norte e Coreia do Sul também emitiram alertas por tsunami.
Segundo informações da TV estatal NHK, pelo menos 5 pessoas morreram, incluindo um homem preso nos escombros de um prédio desabado. Autoridades emitiram alertas iniciais de "grande tsunami" com ondas de até 5 metros, posteriormente reduzindo o risco para ondas menores.
Na cidade de Wajima, 30 prédios colapsaram, com relatos de pessoas presas sob escombros. Casas foram destruídas em Ishikawa, e militares foram mobilizados para auxiliar nas operações de resgate. A situação continua evoluindo.
