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Os estivadores do porto de Barcelona, na Espanha, se recusaram a transportar armas para Israel e Ucrânia. A Organização de Estivadores Portuários de Barcelona (OEPB) tomou essa decisão após uma assembleia soberana, destacando a preocupação com as contínuas violações dos direitos humanos em regiões como a Palestina.
Além de se negarem a serem cúmplices na transferência de armas, os estivadores exigem urgentemente a proteção da população civil em áreas de conflito. O comunicado da OEPB denuncia a postura permissiva de alguns países, incluindo os Estados Unidos, que assinaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
A atitude da ONU também foi questionada no comunicado da organização, apontando para sua atuação recuada e ineficiente diante do conflito. Os estivadores pedem que a ONU retome seu papel fundamental na manutenção da paz e segurança, proteção dos direitos humanos e ações contra mudanças climáticas, destacando a necessidade de cumprir as funções para as quais foi fundada.
Os trabalhadores manifestam apoio à busca por soluções pacíficas e clamam por um cessar-fogo imediato. O aumento significativo nas remessas de carga para a região de Gaza é observado pelos estivadores, que expressam preocupação com a aceleração desses envios.
