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Um dia após a fuga do líder do grupo criminoso “Los Choneros”, José Adolfo Macías Salazar, da Penitenciária do Litoral, na província de Guayas, Equador, diversas prisões no país enfrentaram motins na manhã de segunda-feira (8).
Em cadeias como El Inca, ao norte de Quito, e Turi, em Cuenca, tumultos violentos foram registrados, levando as forças de segurança e bombeiros a se mobilizarem. O Serviço Nacional de Atenção às Pessoas Privadas de Liberdade (SNAI) ainda não emitiu declarações oficiais, mas anunciou que se pronunciará em breve.
Em El Inca, onde o motim foi inicialmente relatado, o Corpo de Bombeiros informou sobre um incêndio estrutural. Várias viaturas de combate a incêndios e uma força-tarefa de unidades policiais e militares foram enviadas para conter os tumultos.
Na penitenciária de Cuenca, presos saíram para a cabine dos seguranças, enquanto outros subiram nos telhados. O presidente do Equador, Daniel Noboa, convocou uma reunião urgente do Conselho de Segurança Pública e do Estado (COSEPE) no domingo (7) para tratar da fuga do líder do “Los Choneros”.
José Adolfo Macías Salazar, conhecido como “Fito”, lidera um grupo considerado uma das maiores entidades criminosas do país, com ligações a cartéis mexicanos. A polícia interveio em tentativas de fuga, mas nenhum preso conseguiu escapar até o momento.
