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Um delegado da Polícia Federal lotado na Superintendência do Rio de Janeiro foi alvo de um mandado de busca e apreensão, emitido pela 10ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, no âmbito de uma investigação que apura o vazamento de informações sigilosas por parte do policial. A identidade do delegado em questão não foi divulgada pela Polícia Federal, que executou a medida judicial.
As investigações apontam que o delegado supostamente recebia vantagens indevidas em troca de fornecer informações sigilosas a terceiros. Durante o cumprimento do mandado, os policiais federais apreenderam sete aparelhos de telefone celular, documentos e outros materiais que serão analisados no decorrer da investigação.
Como resultado das alegações, a Justiça Federal determinou a suspensão do delegado de suas funções policiais, além de proibi-lo de acessar as dependências e sistemas da Polícia Federal.
O suspeito poderá enfrentar acusações por crimes como corrupção passiva e violação de sigilo funcional. As penas para esses crimes podem chegar a até 14 anos de prisão, dependendo das circunstâncias e da gravidade das acusações.
O caso permanece sob investigação para determinar a extensão das atividades do delegado e se houve mais envolvidos nas supostas violações de sigilo e corrupção.
