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O Tribunal Regional do Distrito de Berna-Mittelland, na Suiça, anulou o processo que sentenciava Alexi Stival, o famoso técnico ‘Cuca’, do crime de estupro de vulnerável, ocorrido em 1987, enquanto ainda era jogador e estava atuando pelo Grêmio.
A juíza Bettina Bochsler acatou a argumentação da defesa do técnico, que à época foi condenado sem representação legal, o que daria a ele o direito de um novo julgamento.
De acordo com as autoridades suíças, o crime já está prescrito, e o Ministério Público sugeriu a anulação e encerramento do processo, o que de fato aconteceu.
Logo depois da decisão, Cuca se manifestou por meio de nota:
“Hoje eu entendo que deveria ter tratado desse assunto antes. Estou aliviado com o resultado e convicto de que os últimos meses, mesmo tendo sido emocionalmente difíceis, aconteceram no tempo certo e de Deus”.
Relembre o caso
Durante o ano de 1987, o Grêmio saiu em excursão pela Europa. Na passagem pela suíça, Eduardo Hamester, Henrique Etges e Fernando Castoldi foram acusados de praticarem sexo com uma garota de 13 anos, sem seu consentimento.
Cuca também foi apontado como um dos participantes do crime, mas sem provas mais concretas, pagou multa e foi libertado.
Em 2022, Cuca contratou uma advogada para pedir a reabertura do caso, agora para ser representado legalmente, para provar sua inocência. Depois da solicitação ser acatada, o processo foi encerrado.
