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<p>Arqueólogos da Universidade de Masquaire, na Austrália, descobriram que os braceletes de Hetepheres I, primeira rainha do Egito, podem ter sido fruto de comércio com a Grécia, na antiguidade. </p>
<p>Os objetos possuem mais de quatro mil anos, e apontam que o povo egípcio teve contato com o minério de prata muito antes do que se imaginava. </p>
<p>Ao analisar fragmentos, foi revelado que as joias tinham cobre, ouro, chumbo e pedras semipreciosas. O detalhe que chamou atenção foi a prata encontrada, já que os egípcios são conhecidos por artefatos de bronze, pois não existiam depósitos de prata no país. </p>
<p>A informação sugere que, durante a confecção, os braceletes possam ter recebido prata da Grécia. A teoria é que o mineiro tenha vindo das Ilhas Cíclades ou da cidade de Lavrion, ambas no sudeste da Grécia. Outra hipótese é que a prata foi importada para o Egito.</p>
